quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Relíquia no baú
Johnny não me perguntes mas esta lembrou-me de ti :)... Não sei porquê mas pensei na única pessoa que se iria rir ou até dançar comigo ao som desta relíquia e só me vieste tu ao pensamento! AHAHAHAHAH... Vá, canta comigo:
"sweet dreams of rhythm and dancing,
sweet dreams of passion through the night,
sweet dreams are taking over,
sweet dreams of dancing through the night... "
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Estranho amor
São vidas que não compreendo. Ela sozinha nas ruas, tendo como companhia o seu fiel cão. Ele, perdido num sentido oposto ao dela, sem interessar qual, desde que em direcção contrária.
O cão é tudo aquilo que ela não teve... talvez por isso não sinta a falta dele lá por casa (a mesma a que ele só retorna ao fim de um mês de ausência, para 15 dias de "trabalho").
Uns dizem que são um casal moderno, que apesar de juntos à 26 anos, ainda vive em casas separadas, sem filhos porque isso significaria uma união. E ela vagueia pela rua nas suas roupas coloridas e extravagantes, "made in 80's", ele, com cara de "bicho papão mudo", murmura ditongos, hiatos ou apenas suspiros de conteúdo duvidoso e por vezes, obsceno, às meninas inocentes que se cruzam no seu caminho. Sim. Porque até os casais modernos passam pela crise da 3ª idade.
Não foi por isso de estranhar que ele não dissesse nada naquele dia. Já não o fazia à semanas, portanto, enquanto ela se passeava com o cão pelas ruas tantas vezes palmilhadas, do outro lado da cidade, um homem relata a pés juntos, ter visto uma onda engolir um homem que se encontrava nas rochas, a tirar fotografias em dia de tempo mau. Dizem que a justiça final sempre chega. Não sei se o merecia ou não mas sem dúvida que a morte dele foi o fim dela. Continua a vaguear pelas ruas com o cão ao seu lado. As cores de outrora deram lugar ao preto carregado, levando para longe toda e qualquer alegria de viver.
Quando chega a casa, a mesma que mal chegaram a partilhar, chora copiosamente como uma viúva a sério. Chora por alguém que nunca foi dela mas que na realidade não foi de mais ninguém. Pelo menos ela... Já ele, arrastado pela onda, naquele dia, levou-a também. E morreram os dois.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Oh my god
É que já não bastava as "novas oportunidades" para fazerem dos burros, expertos em papel (embora na mesma, na realidade), e ainda tinham de inventar o acordo ortográfico para tornar os inteligentes, burros! Fica o último exemplo:
Antes do acordo: EgiPto
Depois do acordo: Egito.
Conclusão: Habitantes do Egipto (novo: Egito)? EGíCIOS!!!! WTF?????? Será que alguém sabe que o "P" não era mudo nesta palavra? Nunca se disse egito (só os que não sabem falar) mas sim EgiPto! E que raio de regra é esta que se pode mudar nomes de países? Quer dizer, qualquer dia vinha praí outro cretino qualquer dizer que Joana se escrevia com "X" e eu mudava de nome não? Essa é que era boa! Por isso mesmo, neste blog continua-se a escrever em bom português: O correCto!
Last Chapter
Termina o capítulo de história. Fecho o livro e como em muitos que li, encosto-o na prateleira entregue ao pó e às folhas amarelas. Já não faço promessas que julgo não poder cumprir, por isso não penso voltar a lê-lo. Ridículo o acto de preservarmos um livro que sabemos que não vamos ler/reler. Então porque o guardamos? Decoração? Preguiça ou simplesmente para impressionarmos as visitas? E será que estas se impressionam se os títulos forem: "Jardim da celeste" ou "Como ter sucesso no trabalho sem fazer nenhum"? Não sei. Não tenho essas "pérolas" e duvido que a "História da psicologia" impressione ou entusiasme alguém... talvez os de Saramago ou Henry Miller... Será que alguém lê nos dias que correm?
Será que com as "novas oportunidades" para fazer o 12º ano em dois meses, têm tempo sequer para aprenderem o que é um livro? É que hoje em dia só não tem o 12º quem não quer, embora não se possa esperar um ensino de qualidade... esta é e será sempre uma forma de reduzir a taxa de analfabetismo, mesmo que seja só no papel... na prática, nada muda!
Engraçado, compreendi agora o porquê de se guardarem livros! Muitos deles não voltarei a ler mas recordar-me-ei sempre que um dia tive educação.
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