segunda-feira, 8 de novembro de 2010

E hoje...

... faz dois aninhos que nasceu o meu amor! O pequeno grande menino que faz a tia babar-se de orgulho, que me deixa rendida a qualquer pedido com o seu: "Ohhhh tiaaaaa", que me dá o chá a beber, que me ajuda a fazer café, que diz: "quer tia", que dá os beijinhos mais babados e fofos do mundo e que será sempre, o amor da minha vida! Parabéns meu amor! =)

sábado, 6 de novembro de 2010

E a ver pelo dia de hoje...

... cheira-me que amanhã no work vou ter muito tempo para derreter neurónios com estes... Eu com eles e a Teresa dividida entre "cruzadex" e apontamentos de "contabilidade geral"... Mal por mal fico-me pelo "Sudoku"!

E este fim de semana lá pelo work, vai ser assim...

Sábado de manhã....
Domingo à tarde...

Praí pela quarta vez, eu espero ir ver novamente...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Saudades...

...saudades de quando tudo era baseado numa inocente realidade... de quando tudo fazia sentido de uma forma simples e única... saudades de quando as palavras tinham a força para vencer este e outro mundo... quando as palavras exprimiam sentimentos genuínos e não apenas meras conversas de circunstância... Saudades desses tempos, em que éramos crianças num corpo de adulto, carregados de sonhos e de ilusões que alimentavam os nossos seres...
E nós éramos felizes assim... Porque temos de mudar?
E nunca ninguém morreu por ser feliz... Porque temos de ser infelizes? Porque temos de esquecer tudo e partir em busca do que todos buscam?
Porque temos de ser iguais aos restantes milhões que se arrastam pelas ruas, perdendo anos de vida e ganhando rugas de nada? De sofrimento desnecessário?
Saudades de quando olhar o mar em silêncio, era uma coisa que me recarregava as energias... de quando fugir para um jardim, me sabia como uma volta ao mundo... saudades de não ser imune à simplicidade e ser capaz de sentir isso tudo...
Porque nos perdemos? Porque soltamos as mãos e deixámos que tudo caísse nisto? Em nada... em vazio... em conversas esporádicas recheadas de nada, de pensamentos egoístas e egocêntricos?
Que mal eu te fiz? Que mal nos fizeram? Quem nos quebrou a inocência, quem nos roubou os sonhos? Quem nos tornou iguais aos demais, sem esperança, sem sonhos, sem visão, desmotivados e distantes... mais do que nunca, quem nos fez esquecer as promessas nunca cumpridas?
E agora que passa o tempo sem que eu o consiga deter, pergunto a mim mesma: "Quem somos nós"?

Relax... breath in... breath out... cause i'm...

Coisas que arruinam o meu dia de paz

Confesso que nos dias que correm, é raro ter uma manhã como a de hoje... em que acordo bem disposta e com vontade de fazer todos rirem às gargalhadas... Mas anda aí muito boa gente que parece que o seu tempo deve ser perdido a arruinar o dia dos próximos... Começa no trabalho quando lá chego e vejo a minha secretária toda desarrumada, como se fosse apenas do outro... Calmamente arrumo o desarrumo, não deixando que isso me afecte... vai daí, reparo que me fanaram o calendário... exactamente esse onde marco coisas importantes... puff... evaporou-se... talvez seja biodegradável e tenha chegado ao fim da vida... Continua o dia com clientes chatos que ocupam a manhã a tornar o simples, numa coisa bastante complexa... aguento-me firme... não vai ser desta... vem o chefe e entrega-me um recibo... "dinheirinho!", penso eu... era apenas um recibo antigo para me fazer água na boca... 
Resto da tarde foi igual... apanho o metro... cheio de gente que não interessa ao menino Jesus, que berram e falam alto para chamarem a atenção, só para quando a conseguem, poderem dizer: " 'Tás a olhar oblá?", e que riem do que não tem piada, com uma vontade que lhes força anos de vida e rugas na cara, emburrecendo ainda mais o ser e as mentes acéfalas! Saio... respiro o ar e vou ter o meu momento de descanso com alguém que me sabe poupar... volto a casa, bastante menos bem disposta do que quando saí de manhã e sou bombardeada com emails e actualizações no facebook, de um vídeo ridículo algures pelas ruas do Porto, que a única reacção que desperta em mim, é ainda mais raiva e vontade de sair de casa de metralhadora!
Como se não bastasse, quase 60 canais e não dá nadinha de jeito na TV! Valha-me Deus!!!! Dasssss.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

E amanhã....

... lá terá que ser... back to work!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

It feels like forever....

Flying away inside this room.

Muda o tempo... muda a hora, muda o sol para a chuva, mudam as pessoas e os sítios, mudo tudo e nada muda. 
Atrasa a hora, todos dormem mais e eu mantenho-me acordada. Quero dormir durante mais tempo, esquecer que nada muda e o tempo continua a passar... mais cedo ou mais tarde, não faz diferença nenhuma se o que quero não chega.
Vou-me deste lugar. Nem que seja por uns dias... chego ao outro sítio e tudo começa a fazer sentido... será que se lá vivesse tudo voltaria a ser rotina? A ser igual a tudo, depressivo, feio, mau, frio? Nunca fico dias a mais para saber a resposta...
Volto dias mais tarde... recomeça aquilo a que fugi. Estou cansada de fingir... fingir que estou contente com o pouco que tenho... que nada mais é do que meros grãos de areia que não enchem um vaso, fingir que estou tranquila, feliz... seja lá o que isso for, sei que não é isto que sinto... sei que não vai ser aqui que vou conhecer... Não é aqui que vou querer viver o resto da minha vida, mas é aqui que estou presa. A esta rotina que sufoca, aos interesses dos outros quando nada tenho para oferecer, às mentiras do governo e ao lixo que polui a sociedade, às mentes pequenas que limitam tudo e todos!
Ligo o único meio que tenho de transpor barreiras e fronteiras... não está quem devia estar, e os que estão, falam nada numa conversa disparatada e forçada... Eu não pedi para falarem, não forcei ninguém e nem quero saber do que não têm para me dizer. Chega de depressão, chega de falsidade, chega de mentes pequenas! Não há nada neste computador e ainda hoje estou para saber o que me prende a ele, mesmo depois de um dia de trabalho em frente a um!
Não perguntem, não falem, não apareçam se essa for a vossa vontade, mas pelo menos, no entretanto, não me chateiem mais do que já me chateiam!