quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Música da noite


"Is our secret safe tonight
and are we out of sight
Or will our world come tumbling down?
Will they find our hiding place
is this our last embrace
or will the walls start caving in?"

Sonhar acordada.

E eu penso. Demais. Iludo-me a cada pensamento que deixo a minha cabeça ter, mais 5 minutos do que o normal. Desculpa. Ninguém tem culpa de querer ou sonhar com uma coisa melhor do que a realidade. Mas o tombo é grande. Neste momento sinto a minha cabeça como uma locomotiva a vapor. Fumega à velocidade furiosa das minhas ideias que vão mais longe do que os meus passos. Vai explodir. Eu sei que vai. Mas não queria. Queria apenas que fosse verdade o sonho que sonho. O que desejo e quero. E eu nem peço muito.
Sim. Há palavras que nunca direi. Por vergonha. Por medo. Por superstição. Por me faltar a voz. Por cansaço. Por comodismo ou pura estupidez. E sim... Traí. Traí-me a mim mesma em todos os momentos que consinto o que não quero. Nos momentos em que deixo os meus sonhos e desejos serem trocados por momentos de menor interesse ou satisfação. Nos momentos em que me contento com o "menos" em detrimento do "mais".
É egoísmo querer a todo o tempo. Mas é puro o que sonho. Pelo menos para mim e na minha cabeça por vezes deturpada (será?), da realidade.

Frase do dia

Um passo para a frente... e dois outros passos para trás...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Somos tão pequeninos perante alguns... :')

Pensamento do dia

As horas não passam naquele lugar. Atrasam e repetem-se, vezes e vezes sem conta.
Repetem-se as situações, histórias e reclamações que viram discussões. Desliga-se o cérebro e acorda a máquina. Programada para as mesmas questões e para responder sempre da mesma forma: Maquinalmente.
Aquele lugar onde as horas se arrastam, cheira a tensão, a stress  nervos que a máquina não permite exteriorizar.
Mas a máquina é falível. Nós somos humanos. Há coisas que nem um grito ao ar, cura. Há palavras cheias de raiva que relatam uma burrice extrema de quem não quer compreender. E eu quero explodir... o rastilho está aceso... mas a máquina não deixa e eu engulo um pouco mais a dinamite. Até ao dia...

domingo, 2 de outubro de 2011

Tenho saudades...

Tenho saudades de ser pequenina. De calçar as minhas botas vermelhas de borracha, calçar dois pares de calças e camisolas e sair porta fora pelo orvalho da manhã. Tenho saudades do cheiro das flores logo pela manhã. Das rãs e sapos que encontrava pelo caminho. Das borboletas que me poisavam na cabeça ou no braço. Saudades de ver as joaninhas a andarem pelos meus dedos pondo um sorriso em mim por terem o mesmo nome que eu. Saudades de quando não só eu, mas o mundo, era inocente. Simples. Bonito. Calmo. Saudades de não ouvir os aviões cruzarem os céus, apenas as águias. Saudades da natureza. Saudades de correr pelos montes sem me cansar. De apanhar flores do campo. De me sentar nas pedras altas às quais trepava. Saudades de ouvir a voz da minha mãe ao longe, a chamar-me para almoçar. Saudades de ter um cajado na mão e sentir-me capaz de me defender das raposas, mesmo só tendo 6 anos. 
Agora que 24 se passaram... sinto saudades. De estar no único sítio onde fico realmente feliz. De sair de casa sem me preocupar com os perigos da cidade. De sentir que a vida, demora bem mais tempo a passar.

Pensamento da tarde de domingo

(como eu odeio domingos...)

sábado, 1 de outubro de 2011

Frase da noite...

"(...) depois acordávamos e hum hum...mmmmm!"

E esta...

... tem sido a minha cara ao ler as últimas páginas do Henry... quando pensei que a coisa não podia ficar mais obscena e estranhamente estranha, viro a cara e... shocking!!!

Missing...

Finalmente... Já tinha saudades tuas... querido fim-de-semana!!!