quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Too late?
Diz-se que "quem tudo quer, tudo perde". Eu não quis tudo. A bem dizer, nem tive tempo de querer. E quando reparei, já te tinha perdido sem sequer te ter tido algum dia. Assim como estas palavras confusas... assim está a minha cabeça. Não porque eu quisesse mas sim porque agora que te perdi, não queria outra coisa que não fosse ter-te. Estranho o ser humano. Eu, tu, nós e todos os outros. Estranho que quanto mais luto, menos vontade tenho de o fazer. Estranho que quanto mais anseio falar-te, só me apetece calar quando falas. Estranho que ao ler isto, pareça que nada me dizes, quando na realidade me dizes muito.
E é assim que estou. Sem paciência para os teus dramas alheios. Apenas anseio por um silêncio que não seja forçado e as palavras certas na hora perfeita. E se for para querer, ao menos que também o queiras, porque uma amizade assim, só de uma das partes, em que o outro pensa que pode fazer o que entender, não é nada... nem amizade nem relação sequer.
E é assim que constato que apesar de te querer na minha vida, começo a ficar cansada de lutar... contra tudo e todos. Contra ti e contra mim.
domingo, 11 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Dark city
Adoro quando falha a luz. Hoje foi dia. Não podia ter sido em melhor altura. Nove pessoas para jantar e comida meio cozinhada, meio crua no forno. Soluções? Voltar aos tempos dos nossos avós. Preparam-se as velas, as lanternas... e começa a piada da coisa: "liga aí ao x a avisar que faltou a luz!" -"Não posso. O telefone está ligado à ficha", disse eu. "Bolas! Então põe o jogo a gravar!"- "Também não posso, estás sem TV cabo"... "Fón..." Então e a comida?"... "Liga para a companhia da luz pelo telemóvel e pergunta quanto tempo vamos estar assim!"- "sim... isso posso fazer..." (o que se segue foi o resultado do telefonema): "Devido ao fluxo anormal de chamadas não vai ser possível por a sua chamada em espera- pic". Esclarecedor ah? Imaginei toda uma cidade em pânico... pessoas com medo do escuro, pessoas em elevadores, pessoas que já não se imaginam sem electricidade e outras que aborrecidas, queimam pela primeira vez as velas de decoração, porque se esqueceram qual o objectivo nº 1 das velas... tudo isto enquanto numa orelha esperavam por uma vez de ligarem às assistentes da EDP, aos berros (à boa maneira portuguesa!)!
Fenomenal. E volto à terra. Sem saber se quando terminar este texto já voltou a luz ou se entretanto vou ficar sem bateria no pc. Rio-me com as azelhices dos meus pais. O meu pai sentado numa ponta do sofá e a minha mãe que ia a passar entretanto, tropeça nos pés dele... "Aiiii o que é isto???... ahhh são os teus pés!". Entretanto pega no telemóvel e começa a marcar o número da EDP novamente, com os olhos franzidos. "Mãe porque estás com essa cara?" "Olha porque será? Porque não vejo nada!"... "Mas mãe, o telefone tem luz própria!"... "ahhh"...
Saio da sala aos zigue-zagues, a rir-me que nem uma perdida, em direcção à cozinha. Não me perguntem, mas subitamente deu-me a fome... É automático. Estamos tão habituados a ter tudo à mão de semear que nem pensamos: Deito a sopa para uma tigela e meto no microondas. Com direito a rodar o botão do tempo e tudo. Mas nada. "Então?" "ah... pois!"
E foi assim que vim ter aqui, ao meu quarto, à luz ténue de algumas velas de cheiro... (acho que nunca mais vou comprar velas vermelhas... parece um cemitério...) e aos 28% de bateria no portátil... acho que é melhor poupar e voltar lá para baixo... é que deixei o arroz de pato a cozinhar à lareira e a minha mãe algures a dizer que vai um bocadinho para o computador (O único que não é portátil!).
Até à luz do meu regresso.
Relíquia no baú II
Vai Johnny! Eu faço essa dança se tu te vestires assim, com aquelas calças a Aladino e o casaco amarelo com chumaços! LOOOOL. E depois sim, podes dizer: "You can´t touch this!" (Pudera, ninguém vai querer!). =D*
I can't wait
Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!Um!
Falta um dia!.... para as minhas férias!
Looking through the glass
Não sei quem olhas ao longe quando a tens ao teu lado. Não sei quem vês ao fundo no horizonte, que não encontras ao perto.
Quem está longe sabe porque devolve o olhar. Sabe que não o evita mas desvia-o por desconhecer o sentido oposto.
Um dia quando cresceres, vais aprender escolhas por amor e não por ódio à solidão.
Vais aprender que a junção com alguém apenas por carência, é uma dependência e não uma relação.
Um dia, quando cresceres, talvez venhas a ter ao teu lado quem antes estava à frente, a ocupar o lugar de alguém que é apenas um fantasma errante.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Counting down...
Bom, bom, vai ser estar estes dois dias de folga, trabalhar no fim de semana e depois disso, FÉRIAS!!!! Sim porque também mereço! (E bem preciso!). E quanto aos que dizem: " Ah e tal, estás sempre de férias!", eu respondo: "É só uma questão de saber escolhê-las"! E isso não é para quem quer, é para quem sabe!
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