In different ways... but so true... And thank's for always support me when i need <3
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
Pensamento dos últimos meses
E é por isto que muitas relações resultam em fracasso. Conhecemos as pessoas pela primeira vez e achamos que as conhecemos realmente só porque algo nelas nos encanta. Depois vêm os dias, meses ou anos que nos provam que afinal não é bem assim.
Não há futuro numa relação quando não sabemos em quem podemos confiar... isso é fingir algo que na realidade não é. É ser falsamente verdadeiro. E claro que todos prometemos mundos e fundos mas os que na realidade o cumprem, são meia dúzia, os restantes apenas o dizem para nos poderem ter na mão e esmagar-nos a seu bel-prazer... Ah... assim também eu!
Mas enfim... não vou ser eu a mostrar o quanto triste é a tua existência e tudo o que te rodeia, muito menos o que te espera por seres como és. Serás tu, fracasso após fracasso a entender que é tarde demais para ti. Mas não para mim.
Não há futuro numa relação quando não sabemos em quem podemos confiar... isso é fingir algo que na realidade não é. É ser falsamente verdadeiro. E claro que todos prometemos mundos e fundos mas os que na realidade o cumprem, são meia dúzia, os restantes apenas o dizem para nos poderem ter na mão e esmagar-nos a seu bel-prazer... Ah... assim também eu!
Mas enfim... não vou ser eu a mostrar o quanto triste é a tua existência e tudo o que te rodeia, muito menos o que te espera por seres como és. Serás tu, fracasso após fracasso a entender que é tarde demais para ti. Mas não para mim.
Sábado, 26 de Maio de 2012
Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
Pensamento da noite
Mas será que estou assim à tanto tempo fora que não sabia que a minha faculdade tinha sido comprada pelo Belmiro de Azevedo??? É que realmente com o gabinete de saídas profissionais a mandar-me emails para ir trabalhar para o continente como vendedora (quando tirei o curso de psicologia), mais parece!
A que brincamos nós ultimamente? Que jogo é este sem vitória? Sem vencedor nem vencido? Entre regras que se criam conforme os dias passam? Porque insistimos nós em brincar com o fogo, que como dizia o outro: "arde sem se ver" mas sente-se?
São noites em que não dormimos o sono dos justos, apenas dos pecadores e para quê? Que adianta agora falar, escrever, jogar? Se os tempos, diferentes entre si, me parecem os mesmos do passado? A bem dizer, que passado é possível quando nem sequer aí, as coisas chegaram a acontecer? Haverá futuro num passado que nunca foi presente?
Estava eu, estavas tu e todos os restantes. Estavam as vontades trocadas em seres que não nos mereciam e as palavras caladas em nós. E daí?
O tempo é outro, a língua mudou, a vontade permanece e as palavras são as mesmas... mas quem fala? Porque insistimos na mesma tecla se as vontades entre nós não são iguais? Se o que digo parece uma ilusão e o que ouço me enlouquece?
É que estar longe tem destas coisas, estamos automaticamente alheios ao coração mas o pensamento funciona a todo o vapor!
Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
Acordar
É cedo. Demais. A luz do dia entrou-me na vista e acordou-me do sonho. Do meu, do nosso. Estranho e confuso como tudo o que nos envolve. Viro de um lado, do outro. Pé de fora, dentro. Nada me devolve ao sono, ao sonho, seja lá ao que for.
Sento-me nesta mesa de vidro enquanto ao fundo ouço sem ouvir, o som do meu despertar com cheiro a café. Reajo maquinal e instantaneamente. Meto algo ao estômago e chamo-lhe de pequeno almoço e leio recortes electrónicos de palavras que não são minhas. Mas podiam ser. Seriam se os tempos fossem outros. Se os momentos fossem gémeos e se as palavras fossem reais e não meramente uma alucinação minha. Não me interpretes mal. Mas ás seis e meia da manhã apetece-me sempre algo que não tenho. A madrugada leva-me as palavras, rouba-me a força e deixa-me entregue ao pensamento apenas. E é cedo. Demais. Para pensar profundamente. Para chorar ou sorrir, seja lá qual for o sentimento.
Nem todos os goles de café me saberiam despertar para uma conclusão, que surge confusa e levada no meio deste nevoeiro matinal. Imagino o que fazes a estas horas e sorrio ao descobrir. Fecho o computador, visto-me e saio de música nos ouvidos numa tentativa de sonhar sem pensar. Sem deixar que a realidade cinzenta que nos envolve, estrague tudo o que desejo. Para mim, para ti, para nós. Sem pensar. Porque mesmo com o tempo a passar, há coisas que não esqueço.
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